sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Rafael Fernandes/RN: 53 anos de emancipação política.

O município de Rafael Fernandes completa, neste dia 21 de outubro de 2015, seus 53 anos de emancipação política. Município brasileiro localizado no interior do estado do Rio Grande do Norte, Rafael Fernandes pertence à microrregião de Pau dos Ferros e mesorregião do Oeste Potiguar, distante 401 km da capital do estado, Natal. A população do município no censo de 2010 era de 4 692 habitantes, distribuídos em uma área de aproximadamente 78 km². No ano de 1970 a sua população era de 2643 habitantes, sendo 367 na zona urbana e 2276 na zona rural. A população estimada para 2016 é de 5078 habitantes.

Foi elevado à categoria de município com a denominação de Rafael Fernandes, pela Lei Estadual nº 2964, de 21/10/1963, de autoria do Deputado Estadual Israel Ferreira Nunes, na gestão do Ex-Governador Aluísio Alves, sendo desmembrado de Pau dos Ferros. Foi instalado em 07 de fevereiro de 1965.

Com uma taxa de urbanização de 57,74% (2010), o município possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) é de 0,608 (2010), considerado como médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo o 76° maior do Rio Grande do Norte.

Seu nome foi em homenagem ao pauferrense Rafael Fernandes Gurjão (1891-1952). Formou-se em medicina em 1912, pela Faculdade do Rio de Janeiro. Foi Industrial, negociante, político. Deputado Estadual, 1918-1820, reeleito para 1921-1923, substituiu o Dr. Almeida Castro na Câmara dos Deputados, de 1922 a 1930, quando o Legislativo foi dissolvido pela Revolução de Outubro. Governador do Estado, eleito pela Assembleia, administrou de outubro de 1935 a novembro de 1937 como Governador, e deste mês a julho de 1943 como Interventor Federal. Seu governo foi operoso, dedicado e realizador.


Parabéns Rafael Fernandes pelos seus 53 anos de emancipação política. Que Deus abençoe o nosso povo com dias melhores. Que nossas várzeas voltem a ser o que sempre foram: Fontes de água, fartura e riqueza

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Políticos do PP, PMDB e PT serão investigados com a divisão de inquérito da Lava-Jato.

BRASÍLIA — O ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira o fatiamento em quatro do principal inquérito da Lava-Jato, que investiga a existência de uma quadrilha para fraudar a Petrobras. Serão investigadas 66 pessoas.  

Os quatro inquéritos vão apurar crimes supostamente cometidos por pessoas ligadas ao PP (30), ao PMDB na Câmara (15), ao PMDB no Senado (9) e ao PT (12). A decisão foi tomada a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Teori também determinou que os quatro inquéritos retornem à Procuradoria-Geral da República, para que Janot informe quais serão as principais providências a serem tomadas nas investigações - o que pode incluir a quebra de informações sigilosas ou a tomada de depoimentos.

No ofício em que pediu o fatiamento do inquérito ao STF, Janot afirmou que integrantes dos três partidos “se organizaram internamente, utilizando-se de seus partidos e em uma estrutura hierarquizada, para perpetração de práticas espúrias”. Segundo ele, os partidos formaram “uma mesma organização criminosa, com alinhamento, de forma horizontal, de núcleos políticos diversa” para cometer crimes contra a administração pública investigados na Operação Lava-Jato. Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Comentário: Nessa cacimba tem mais areia ... tem uma "ave" e um "Demo" saindo pela tangente. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Ministro de Temer se aposentou aos 53 anos e recebe R$ 19 mil de aposentadoria.

O ministro que mais tem falado da reforma da Previdência é Eliseu Padilha, que se aposentou aos 53 anos pela regra antiga de Previdência dos parlamentares. Segundo reportagem de hoje do jornal “O Estado de S.Paulo”, Padilha recebe mais de R$ 19 mil de aposentadoria parlamentar. Outro colega de governo, Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), de acordo com o jornal, aposentou-se aos 51 anos com mais de R$ 20 mil mensais.

Essa regra previdenciária parlamentar, um privilégio irrealista num país injusto socialmente como o Brasil, acabou em 1997. No entanto, a União ainda gasta R$ 164 milhões por ano para pagar aposentadorias e pensões de 1.170 pessoas, entre ex-deputados, ex-senadores e dependentes. O valor daria para pagar a aposentadoria de 6.780 pessoas que recebem o benefício médio da Previdência, que é de R$ 1.862.

Esse é um exemplo das distorções que privilegiam segmentos sociais em detrimento de outros. Padilha, que recebe mais de R$ 19 mil por mês, propôs desvincular a regra de reajuste real do salário mínimo de benefícios pagos a aposentados rurais e a idosos e deficientes carentes.

Esse é um exemplo de que o debate da Previdência ainda esquentará e terá um caminho muito mais árduo no Congresso e até na opinião pública do que a “PEC do Teto”.

A reforma da Previdência é necessária, mas deve ser feita com justiça social. O principal objetivo deve ser impedir que pessoas com 50 e pouco anos, que, em regra, não são os mais pobres, possam se aposentar tão cedo num país tão desigual.


Fonte: http://www.blogdokennedy.com.br

 
Cosme Júnior